Viajar para outro país envolve muito mais do que emitir as passagens, reservar o hotel e contratar o seguro. Dependendo do destino — ou até mesmo do aeroporto de conexão — também pode ser necessário apresentar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia, conhecido pela sigla CIVP, para comprovar a vacinação contra a febre amarela.
A boa notícia é que o processo ficou mais simples. Para muitas pessoas vacinadas a partir do fim de 2022, o certificado pode ser consultado e emitido diretamente pelo Meu SUS Digital. Já quem tomou a vacina antes de 2023, não encontra o documento no aplicativo ou precisa recuperar um certificado antigo deve usar o serviço específico da Anvisa no Portal Gov.br.
O ponto mais importante é não confundir o prazo de emissão com a validade da vacina para a viagem: o CIVP só passa a valer internacionalmente 10 dias depois da vacinação, enquanto a emissão digital pode ser imediata ou depender de análise. A seguir, veja qual caminho corresponde ao seu caso e faça a conferência antes do embarque. Continue lendo e inclua este documento no seu checklist de viagem.
O que é o CIVP?
O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é o documento reconhecido internacionalmente que comprova o cumprimento de uma exigência sanitária para viagens. No caso mais comum para brasileiros, ele comprova que o viajante recebeu a vacina contra a febre amarela.
Não confunda o CIVP com a carteira de vacinação de papel nem com a Carteira Nacional de Vacinação Digital. Esses documentos registram suas vacinas, mas podem não substituir o certificado internacional quando o país de destino exige especificamente o CIVP.
Segundo a Anvisa, o documento é emitido gratuitamente. Portanto, desconfie de páginas, intermediários ou anúncios que cobrem para “liberar” o certificado. O pedido oficial é feito pelo Meu SUS Digital ou pelo serviço do Governo Federal, sem taxa.
Embora este artigo seja voltado à febre amarela, o CIVP também pode ser usado em situações excepcionais relacionadas a outras doenças, como meningite em determinadas peregrinações e poliomielite em circunstâncias específicas. Para a maioria dos turistas brasileiros, porém, a dúvida aparece por causa da febre amarela.
Quem precisa apresentar o certificado internacional de febre amarela?
Nem todo brasileiro que viaja ao exterior precisa emitir ou apresentar o CIVP. A exigência depende das regras sanitárias do país visitado e, em alguns casos, dos países pelos quais o passageiro passou antes de chegar ao destino.
Isso significa que você deve verificar três pontos:
- o país de destino final;
- todos os países de conexão ou escala;
- o tempo e as condições dessa conexão, porque algumas exigências consideram permanência prolongada ou saída da área de trânsito.
Um erro comum entre viajantes que usam milhas é conferir apenas o destino final. Em uma emissão com parceiros, o roteiro pode incluir uma conexão em um país diferente daquele que apareceria em uma passagem convencional. Mesmo sem intenção de sair do aeroporto, essa escala pode alterar a documentação exigida.
A lista de países e as condições de entrada podem mudar. Por isso, consulte a página oficial da Anvisa sobre o CIVP e confirme também as regras do governo ou da representação consular do destino. Se houver conexões, verifique cada uma separadamente.
Qual é a validade do CIVP de febre amarela?
Para a febre amarela, o CIVP tem validade por toda a vida. Uma dose padrão da vacina é reconhecida para essa finalidade e não é necessário tomar reforço apenas para renovar o certificado.
Essa regra também alcança CIVPs antigos. Se você já possui um certificado em papel ou PDF, ele continua válido, desde que esteja legível e em boas condições. Mesmo que um documento antigo mostre validade de dez anos, a Anvisa orienta que ele passou a ser válido por toda a vida. Não é necessário solicitar uma nova versão apenas por causa da data impressa.
Há, entretanto, uma distinção essencial: validade vitalícia não significa validade imediata. Para uma pessoa recém-vacinada, o CIVP de febre amarela começa a valer internacionalmente somente no décimo dia após a vacinação.
Na prática, quem toma a vacina hoje não deve planejar uma entrada em país que exige o documento amanhã. O Ministério da Saúde orienta receber a dose padrão pelo menos dez dias antes da viagem.
Prazo de emissão e prazo de validade não são a mesma coisa
Essa é a confusão mais comum sobre o tema:
| Situação | Prazo atual indicado |
| CIVP já disponível no Meu SUS Digital | Consulta e emissão imediatas |
| Pedido enviado para análise pelo serviço da Anvisa | De 1 a 5 dias úteis |
| Início da validade internacional após a vacinação | A partir do 10º dia depois da dose |
| Validade total do CIVP de febre amarela | Por toda a vida |
Portanto, os dez dias não representam necessariamente o tempo que o aplicativo levará para gerar o arquivo. Eles representam o intervalo necessário para que uma nova vacinação seja considerada válida para fins de viagem internacional. Mesmo assim, o ideal é não deixar a regularização para a semana do embarque, pois um registro ausente ou incompleto pode exigir análise manual.
O que conferir antes de tentar emitir o CIVP
Antes de abrir o aplicativo, confirme se você realmente recebeu a dose padrão da vacina contra a febre amarela. Para a emissão do certificado internacional, a Anvisa informa que o registro de dose fracionada não é aceito.
Se você ainda não foi vacinado, procure uma unidade do SUS ou uma clínica particular habilitada. A Anvisa não aplica a vacina; ela atua na emissão e na regulamentação do certificado. Pessoas com condições de saúde específicas devem buscar orientação profissional antes de se vacinar.
Para uma solicitação manual, o comprovante de vacinação deve estar legível e conter:
- nome e data de nascimento do viajante;
- identificação da vacina contra a febre amarela;
- data da aplicação;
- lote da vacina;
- assinatura do profissional que aplicou a dose;
- identificação ou carimbo da unidade de saúde.
Também será necessário acessar uma conta Gov.br vinculada ao CPF. A página atual do serviço do Meu SUS Digital informa a exigência de conta nível Ouro para esse acesso. Como critérios de autenticação podem ser atualizados, confira o nível solicitado na tela no momento do login.
Se o nome no registro estiver incompleto, a data estiver errada ou o lote estiver ilegível, tente corrigir a informação com a unidade de saúde antes de fazer o pedido. Isso reduz o risco de atraso ou indeferimento.
Como tirar o CIVP pelo Meu SUS Digital
O Meu SUS Digital é o caminho mais simples para quem recebeu a vacina a partir do fim de dezembro de 2022 e teve o registro enviado corretamente à Rede Nacional de Dados em Saúde. O serviço pode ser usado pelo aplicativo para celular ou pela versão web.
Passo a passo no aplicativo ou no portal
- Baixe o aplicativo Meu SUS Digital na loja oficial do seu celular ou acesse o portal Meu SUS Digital.
- Entre usando sua conta Gov.br.
- Na tela inicial, localize a área Minha Saúde.
- Selecione Vacinas.
- Procure entre as opções ou documentos disponíveis pelo Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia.
- Abra o certificado e faça o download do arquivo em PDF.
- Salve uma cópia no celular, envie outra para um armazenamento seguro e considere imprimir o documento para a viagem.
Os nomes exatos dos botões podem mudar conforme a versão do aplicativo, mas o caminho oficial parte da área “Minha Saúde” e segue para “Vacinas”.
O Ministério da Saúde informa que os certificados disponíveis no Meu SUS Digital são gerados a partir dos registros enviados pelos estabelecimentos de saúde à Rede Nacional de Dados em Saúde. Por isso, o fato de você ter tomado a vacina não garante que ela aparecerá imediatamente se a unidade ainda não tiver transmitido ou corrigido o registro.
Tomei a vacina recentemente e o CIVP ainda não apareceu. O que fazer?
Primeiro, confira se a dose de febre amarela aparece na sua carteira de vacinação dentro do próprio aplicativo. Se a vacinação foi muito recente, pode existir um intervalo até o envio do dado pela unidade.
Se o registro não aparecer ou estiver incorreto, entre em contato com o local onde a dose foi aplicada e peça a verificação das informações. Tenha em mãos o comprovante físico, principalmente o número do lote, a data e a identificação da unidade.
Se a vacina consta no histórico, mas o certificado internacional continua indisponível, passe para o segundo caminho: a solicitação pelo serviço da Anvisa no Portal Gov.br.
Como solicitar o CIVP de vacina tomada antes de 2023
Quem tomou a vacina em anos anteriores a 2023 tem maior chance de não encontrar o CIVP automaticamente no Meu SUS Digital. Isso acontece porque muitos registros antigos não foram integrados à base atual.
O primeiro passo continua sendo consultar o aplicativo. Se o certificado estiver disponível, basta baixá-lo. Caso não esteja, use o serviço Tirar o Certificado Internacional de Vacinação, no Portal Gov.br.
Passo a passo pelo serviço da Anvisa
- Separe o comprovante da vacina contra a febre amarela.
- Digitalize ou fotografe o documento com boa iluminação e sem cortar nenhuma informação.
- Confira se nome, data de nascimento, data de aplicação, lote, assinatura do profissional e identificação da unidade estão legíveis.
- Acesse a página oficial do serviço no Portal Gov.br.
- Clique em Iniciar e faça login com sua conta Gov.br.
- Preencha o formulário com atenção.
- Anexe a imagem ou o arquivo solicitado.
- Envie o pedido e guarde o número do protocolo.
- Acompanhe a solicitação pela área indicada no Portal Gov.br e verifique também seu e-mail.
- Quando o documento for liberado, baixe o PDF e siga a instrução de assinatura apresentada no próprio certificado, quando houver.
A página oficial informa que o preenchimento leva, em média, cerca de 15 minutos e que a etapa de análise pode levar de 1 a 5 dias úteis. O serviço é gratuito.
Não conte com o prazo mínimo. Um comprovante pouco legível ou com dados faltantes pode exigir correção. Para uma viagem próxima, comece o processo com antecedência suficiente para resolver eventuais problemas na unidade de saúde.
Perdi o comprovante de vacinação: ainda consigo emitir?
Se a dose não aparece no Meu SUS Digital e você perdeu a carteira física, procure a unidade onde tomou a vacina e solicite uma segunda via ou a recuperação do registro. Sem uma comprovação adequada, a Anvisa pode não ter os dados necessários para emitir o CIVP.
Evite tomar outra dose apenas porque perdeu o papel. A decisão sobre revacinação deve ser avaliada por um serviço de saúde, levando em conta seu histórico e as recomendações aplicáveis.
Se você não lembra onde foi vacinado, tente consultar o histórico no Meu SUS Digital e os registros das unidades de saúde que costumava frequentar. Quanto mais cedo começar essa busca, maior será a margem antes do embarque.
Como recuperar ou emitir a segunda via de um CIVP antigo
Quem já teve um CIVP emitido presencialmente pela Anvisa no sistema antigo pode tentar recuperá-lo pelo Portal Gov.br. Durante o preenchimento, escolha a opção indicando que deseja recuperar um certificado emitido anteriormente.
Em orientações anteriores, a Anvisa informou que o sistema poderia localizar automaticamente registros associados ao CPF e dar uma resposta inicial em pouco tempo. A página atual do serviço, contudo, estabelece de 1 a 5 dias úteis para a etapa de recebimento do certificado. Use esse prazo mais conservador no planejamento.
Se você ainda conserva o CIVP antigo em boas condições, não precisa substituí-lo. Certificados antigos, inclusive os que não possuem QR code ou foram preenchidos e assinados manualmente, continuam válidos quando atendem aos requisitos e estão legíveis.
Como tirar o CIVP para crianças, dependentes ou pessoas sem CPF
A exigência pode alcançar crianças a partir de nove meses, dependendo da regra do país. Nunca presuma que bebês e crianças estão automaticamente dispensados: consulte a norma específica do destino.
Para estrangeiros, crianças, dependentes ou outras pessoas sem CPF, a página oficial informa que uma pessoa com CPF e cadastro no Gov.br pode realizar a solicitação. Nesse caso, prepare:
- imagem digitalizada do documento de identidade da pessoa;
- comprovante da vacinação realizada no Brasil;
- dados completos e legíveis da dose aplicada.
Como a documentação infantil e os limites de idade podem variar por país, confira a companhia aérea e a autoridade migratória ou sanitária do destino antes da viagem.
O que fazer quando a vacina é contraindicada?
Algumas pessoas não podem receber a vacina contra a febre amarela por razões médicas. Nesses casos, não se deve tomar a dose apenas para cumprir uma formalidade de viagem sem avaliação profissional.
A Anvisa orienta que a pessoa com contraindicação pode viajar com um atestado emitido por médico. O documento deve conter, no mínimo:
- nome completo do viajante;
- número do documento de identificação;
- motivo da contraindicação;
- identificação e assinatura do médico.
É recomendável que o atestado seja escrito em inglês ou espanhol. Ainda assim, a aceitação de uma isenção e as medidas aplicadas na chegada dependem das regras do país. Antes de emitir uma passagem não reembolsável, confirme a situação com o consulado ou a autoridade sanitária do destino.
Preciso imprimir o certificado ou posso mostrar no celular?
O certificado digital é um documento oficial. Mesmo assim, levar uma versão impressa é uma precaução simples e útil. Bateria descarregada, falha de internet, tela quebrada ou dificuldade de leitura do arquivo podem complicar uma conferência no balcão ou na imigração.
Use uma estratégia de redundância:
- PDF salvo no celular, disponível sem internet;
- cópia em e-mail ou armazenamento em nuvem;
- uma via impressa junto ao passaporte;
- uma cópia adicional com outro viajante do grupo.
Se o certificado obtido pelo Portal Gov.br trouxer um campo de assinatura, imprima e assine no local indicado antes da viagem. Não altere o conteúdo do documento.
Erros mais comuns ao emitir ou usar o CIVP
1. Confundir a carteira de vacinação com o CIVP
A carteira prova que você recebeu a dose, mas o país pode exigir especificamente o certificado internacional. Procure o título “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” no arquivo.
2. Tomar a vacina com menos de dez dias de antecedência
Mesmo que o PDF seja emitido, a vacinação recém-realizada só passa a ter validade internacional a partir do décimo dia. Esse intervalo deve ser contado no planejamento da viagem.
3. Conferir apenas o destino final
Uma conexão pode criar uma exigência adicional. Isso é especialmente relevante em bilhetes emitidos com milhas, open jaws, stopovers ou reservas separadas.
4. Pagar por um serviço que é gratuito
A emissão oficial do CIVP não tem custo. Use apenas os canais do Governo Federal, da Anvisa e do Meu SUS Digital.
5. Enviar uma foto ilegível do comprovante
Documento cortado, reflexo sobre o lote, carimbo apagado ou ausência da data pode atrasar a análise. Revise o arquivo antes de enviar.
6. Solicitar um novo CIVP sem necessidade
Se você já tem um certificado legível, ele continua válido por toda a vida. Não é necessário substituí-lo porque é antigo, não possui QR code ou mostra uma validade de dez anos.
7. Deixar tudo para o aeroporto
O balcão da companhia aérea não é o lugar para corrigir um registro vacinal antigo. A regularização pode depender da unidade de saúde e de análise documental.
Checklist do CIVP antes da viagem internacional
Use esta lista assim que definir o roteiro:
- Verifique a exigência no país de destino.
- Confira todos os países de escala e conexão.
- Confirme que recebeu a dose padrão, e não fracionada.
- Garanta pelo menos dez dias entre a vacinação e a entrada no país.
- Consulte o CIVP no Meu SUS Digital.
- Se ele não estiver disponível, solicite pelo Portal Gov.br.
- Confira nome, data de nascimento, vacina, data e lote.
- Baixe o PDF e leia todas as instruções.
- Assine no campo indicado, se o documento exigir.
- Salve uma cópia offline e leve uma versão impressa.
- Revise novamente as regras perto do embarque, pois exigências podem mudar.
Uma boa prática é fazer a primeira conferência de saúde e documentação entre quatro e oito semanas antes da viagem. Esse prazo permite procurar uma unidade de saúde, corrigir registros e aguardar uma eventual análise sem transformar o CIVP em uma urgência de última hora.
Conclusão
Tirar o CIVP de febre amarela é simples quando o registro está disponível no Meu SUS Digital: basta entrar com a conta Gov.br, acessar a área de vacinas e baixar o certificado. Para vacinas antigas, registros ausentes ou recuperação de um documento anterior, o caminho correto é o serviço da Anvisa no Portal Gov.br, com o envio de um comprovante legível. O certificado é gratuito e vale por toda a vida, mas uma nova dose só é reconhecida internacionalmente a partir do décimo dia. Antes de viajar, confira também o destino, todas as conexões e a versão mais recente das exigências oficiais.
Perguntas frequentes sobre o CIVP
1. Quanto tempo demora para sair o CIVP de febre amarela?
Quando o certificado já está disponível no Meu SUS Digital, a consulta e o download são imediatos. Se for necessário solicitar a análise pelo serviço da Anvisa no Portal Gov.br, a página oficial informa prazo de 1 a 5 dias úteis. Esse prazo não deve ser confundido com os dez dias necessários para uma nova vacinação adquirir validade internacional.
2. Tomei a vacina antes de 2023. Consigo emitir o CIVP pela internet?
Sim. Primeiro, consulte o Meu SUS Digital. Se o certificado não aparecer, faça a solicitação on-line pelo serviço “Tirar o Certificado Internacional de Vacinação”, no Portal Gov.br, anexando um comprovante legível com os dados exigidos.
3. O certificado de febre amarela vence depois de dez anos?
Não. O CIVP de febre amarela tem validade por toda a vida. Certificados antigos que mostram prazo de dez anos também passaram a ser considerados vitalícios e não precisam ser trocados apenas por causa dessa data.
4. Posso embarcar apenas com a carteira de vacinação?
Se o país exige o CIVP, a carteira comum de vacinação pode não ser suficiente. Ela serve como comprovante da dose e pode ser usada na solicitação, mas o viajante deve emitir ou apresentar o certificado internacional exigido.
5. O CIVP é exigido durante uma conexão internacional?
Pode ser. A regra depende do país, do tempo de conexão, dos lugares visitados anteriormente e, em alguns casos, de o passageiro sair ou não da área de trânsito. Verifique separadamente todos os países do itinerário, inclusive conexões previstas em bilhetes diferentes.
Fontes oficiais consultadas
- Anvisa — Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia
- Portal Gov.br — Tirar o Certificado Internacional de Vacinação
- Portal Gov.br — Obter Certificado Internacional de Vacinação pelo Meu SUS Digital
- Ministério da Saúde — Meu SUS Digital
- Ministério da Saúde — Saúde do Viajante
Informações verificadas em agosto de 2026. Como regras sanitárias e fluxos digitais podem mudar, confirme as orientações oficiais antes da viagem.